quarta-feira, 19 de junho de 2013

Oficina: O corpo como espaço aberto na cidade

Vídeo do Grupo 4 - Beatriz, Clara e eu. Link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=ABuTZ2ySslE&feature=youtu.be

A oficina pode ser ministrada em diferentes faixas etárias, para o estudo da rua e do bairro da escola ou de onde os alunos moram. A partir dessa oficina pode-se trabalhar diversos assuntos como: mapas, conhecimento da cidade, vegetação do nosso bairro/rua, história do nosso bairro/rua, barulhos do nosso bairro/rua, entre outros.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Segue abaixo o link do vídeo inspirado no texto : SANTOS, Gilberto Lacerda. Uma pesquisa longitudinal sobre Professores e Computadores. Educação & Realidade, Porto Alegre, v.36, n.3, p.837-848, set./dez. 2011. Disponível em: http://seer.ufrgs.br/educacaoerealidade/article/view/23080 acessado em: 20/03/2012.




domingo, 28 de abril de 2013

Seis graus de separação

Na última aula as colegas do Grupo 2, discutiram com a turma a respeito da Teoria dos Seis Graus de Separação. Segundo essa teoria, estamos a seis passos separados de qualquer pessoa do mundo. Acredito que foi interessante discutirmos esse tema, para refletirmos o quanto o que falamos e fazemos influencia os outros. Por isso, nós como educadores, podemos pensar o quanto o que falamos influencia a vida de nossos alunos e de seus familiares e amigos,pois eles passam o que aprendem para quem convivem. Esse assunto me fez lembrar do filme "Corrente do Bem" em que o menino pensa em uma teoria de fazer o bem, que formaria uma corrente. A teoria dele era a seguinte: Ele faria o bem para três pessoas e essas três pessoas fariam o bem para mais três (cada uma) formando assim uma corrente. É um filme muito interessante e bonito, bom para ser trabalhado em aula com os alunos também!

Abaixo, os links dos filmes



segunda-feira, 15 de abril de 2013

Minhas colegas do Grupo 1 ( a respeito de Paulo Freire) nos enviaram esse link com a fotobiografia desse grande educador.... Achei bem interessante e por isso estou divulgando ele!

http://pt.scribd.com/doc/23570951/Brandao-Paulo-Freire-Educar-para-transformar-fotobiografia

Sobre a nova proposta do ensino médio

Com a nova proposta do Ensino Médio, este se torna muito mais atraente para os jovens, introduzindo não só um conhecimento teórico sobre as diversas áreas do conhecimento, mas também prático, de suas aplicações nas diferentes ocupações em que se pode trabalhar, desenvolvendo um conhecimento mais aprofundado acerca do que se quer fazer.

No entanto, o que é proposto na teoria, pode-se acabar em uma perda de interesse na prática quando a aprendizagem torna-se majoritariamente prática, técnica demais. É preciso profissionais competentes para não perder o aspecto do desenvolvimento pedagógico da proposta, a reflexão e o questionamento. 
Acreditamos que mais importante que pôr o trabalho em uma posição tão central seria incentivar o jovem a ter um conhecimento com qualidade cidadã, ou seja, junto a sua formação teórica e técnica, questionar o mercado, questionar o sistema em que se está inserido. Não apenas lançar trabalhadores que correspondem à demanda do mercado de trabalho, mas indivíduos que reflitam  acerca de suas práticas.
Um ponto interessante da proposta é a formação interdisciplinar. No entanto,  o problema é como operacionalizar, como estruturar as disciplinas para que trabalhem unidas. Acreditamos que a interdisciplinaridade é a melhor maneira de aproximar o ensino do dia a dia do aluno. O grande problema é que as licenciaturas não formam professores para atuar de forma interdisciplinar, sendo o ensino muito engessado e especializado. Dessa forma, é complicado se propor algo sem que se forme profissionais capazes. 

A proposta possui muitas ideias interessantes, como os seminários de discussão e a introdução da pesquisa na escola como um instrumento eficaz para o conhecimento da realidade e das possibilidades de transformação da mesma. No entanto, há o problema das políticas públicas, em que na troca de governo, não se dá continuidade no que havia sido proposto anteriormente.

Com relação à avaliação emancipatória, nos preocupa se essa nova proposta com o objetivo de diminuir as repetências não acabaria se tornando um "facilitador", se vamos passar o aluno de qualquer jeito, mesmo que ele não tenha condições, para mostrar índices melhores.


Acreditamos que se houvesse um maior investimento nas estruturas das escolas, pois a própria proposta mostra dados que comprovam que muitas escolas não tem a mínima estrutura, não contando nem com biblioteca e laboratórios, a qualidade do ensino médio seria melhor. Como deixar o conteúdo mais próximo da realidade se a escola não dispõe de nenhuma estrutura? Sendo que está escrito na proposta que para que ocorra o conhecimento com qualidade cidadã é necessário três fatores, dentre eles uma boa estrutura das escolas. Onde estão essas melhorias? 

Texto redigido por Beatriz Fontana, Clara Farret e Mariana Ayala- Integrantes do Grupo 4